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Marca lança cachorro robô mais rápido do mundo que acompanha dono; assista

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Cachorro robô da Unitree Robotics
Reprodução/YouTube/Unitree Robotics

Cachorro robô da Unitree Robotics

A empresa chinesa Unitree Robotics lançou um cachorro robô chamado Unitree Go1. A empresa afirma que o modelo é o robô com quatro apoios mais rápido do mundo, alcançando velocidade de 17 km/h.

Em um vídeo de demonstração, o robô é usado para acompanhar seu dono em uma corrida, carregando sua garrafa de água. Em seguida, a dupla aparece no supermercado, onde o “cachorro” carrega as compras do humano nas costas.

É claro que esse tipo de robô pode ter fins bem mais complexos. O famoso cachorro robô da Boston Dynamics já tem aplicações industriais e até militares . Mas parece que a empresa chinesa não quer concorrer nesse nicho com o Unitree Go1 , mostrando que ele pode ser usado em tarefas mais cotidianas.

Cachorro robô Spot, da Boston Dynamics
Divulgação/Boston Dynamics

Cachorro robô Spot, da Boston Dynamics

Além de correr a 17 km/h, o robô também tem um sensor para perceber onde seu dono está. Assim, ele consegue acompanhar sua caminhada ou corrida, estando sempre ao lado.

Outro indicativo de que a Unitree Robotics quer vender seu cachorro robô para usuários comuns é o preço. Enquanto o Spot da Boston Dynamics custa cerca de US$ 74 mil (aproximadamente R$ 375 mil), por exemplo, o Unitree Go1 custa apenas US$ 2,7 mil (cerca de R$ 13 mil).

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Aplicativo feminino de traição alcança 150 mil usuários no Brasil

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Aplicativo de traição bomba no Brasil
Unsplash/We-Vibe WOW Tech

Aplicativo de traição bomba no Brasil

Pensado por mulheres e feito também para elas, o app Gleeden é o primeiro site voltado para encontros entre pessoas casadas. Segundo a plataforma, a experiência é para quem “esteja procurando uma aventura extraconjugal perto de casa ou um amante a milhares de quilômetros para suas viagens.”

O app , chamado Gleeden, surgiu em 2009, na França, e já está presente em vários países, como Espanha, Itália, México e, recentemente, Brasil. De acordo com o site Universa, do UOL, a plataforma já reúne 7 milhões de perfis cadastrados pelo mundo e, dentre esses, 150 mil são de brasileiros.

O site promete segurança , liberdade e anonimato, tanto que a maioria das contas não possuem fotos – ou apenas partes do corpo – e os nomes, geralmente, são fakes. O app não aceita apenas pessoas casadas, bem como não apenas mulheres, no entanto, nas informações do perfil é obrigatório informar seu status de relacionamento e, no caso dos homens, é necessário comprar créditos para usar o serviço. Para mulheres, o app é totalmente gratuito.

Dentro do programa, as mulheres decidem tudo, inclusive, avaliam homens com like ou dislike. Existe também um tipo de “Botão de Pânico” ou “Saída de emergência”, que aciona o modo alerta e sai do app rapidamente, redirecionando a usuária ao Google .

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Por que elas traem?

De acordo com uma pesquisa feita pelo próprio site do Gleeden em março deste ano, 27% do público feminino aponta o sexo como principal impulso para entrar no aplicativo e 34% das usuárias responderam que trair os companheiros as deixa mais “felizes e vivas.” Mesmo o app tendo sido feito para mulheres, elas ainda ocupam uma pequena porcentagem de cadastros no site. Em entrevista a Universa, a psicóloga e sexóloga Sandra Vasques atrela isso ao machismo.

“A traição feminina é vista de um jeito diferente da masculina. Se um homem quando trai, falam: ‘Ah, é normal, é coisa do gênero, não conseguiu ser fiel’. Já a mulher quando trai ela é chamada de promíscua, dizem que ela não dá valor para a família, que ela é fraca”, explicou a especialista.

A psicóloga ainda acrescenta que “tanto um homem quanto uma mulher que traem podem ser mais felizes depois do ato. [Mas] se a pessoa está em dúvida ou tem medo, pode ser que não. A traição não é uma passagem nem para a felicidade nem para a infelicidade, vai depender dos valores e das escolhas de quem está traindo. Caso ter um relacionamento extraconjugal vai de encontro aos desejos dela, e aquilo não fere nenhum julgamento moral, a resposta é positiva”. Contudo, assumir um relacionamento e garantir fidelidade a uma pessoa é algo importante e que deve ser respeitado, bem como a vida emocional do parceiro.

“Se você fez um compromisso com a pessoa de que vai ser fiel, você assumiu uma responsabilidade que a princípio devia ser cumprida. Quando você se dá conta de que não quer mais ser monogâmico, acho que é legal tocar no assunto com seu parceiro”, orienta a sexóloga, que ressalta a opção de “abrir o relacionamento”. Muitos casais optam pelo relacionamento aberto para evitar conflitos vindos de traições, mas nem todos estão preparados para a experiência, que requer maturidade e consentimento entre o casal.

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