VÁRZEA GRANDE

TECNOLOGIA

Google é acusado de enganar editores e maquiar preços de anúncios

Avatar

Publicados

TECNOLOGIA


source
Google é acusado de enganar anunciantes
Wagner Pedro

Google é acusado de enganar anunciantes

O Google enganou editores e anunciantes durante anos sobre os preços e processos de seus leilões de anúncios, criando programas secretos que diminuíam as vendas de algumas empresas e aumentavam os preços para os compradores. É o que mostra reportagem do The Wall Street Journal, que cita alegações e detalhes não editados recentemente em um processo de procuradores-gerais estaduais.

De acordo com a reportagem, o Google embolsou a diferença entre o que informou aos editores e anunciantes quanto um anúncio custava e usou o dinheiro para manipular futuros leilões para expandir seu monopólio digital.

Os documentos citam correspondência interna em que funcionários do Google disseram que algumas dessas práticas significavam o crescimento de seus negócios por meio de “informações privilegiadas”, diz o WSJ.

O registro, apresentado nesta sexta-feira no Tribunal Distrital dos EUA do Distrito Sul de Nova York, veio depois que um juiz federal decidiu nesta semana que uma queixa alterada apresentada no ano passado poderia ser desarquivada.

O processo foi aberto pela primeira vez em dezembro de 2020, com muitas seções da reclamação redigidas. Desde então, as redações foram eliminadas em uma série de decisões, fornecendo novos detalhes sobre o argumento dos estados de que o Google possui um monopólio que prejudicou concorrentes e editores do setor de publicidade.

Leia Também:  Pressa no leilão do 5G pode atrasar chegada da tecnologia em 95% das cidades

O Google, por sua vez, disse que pretende apresentar uma moção para descartá-lo na próxima semana. Um porta-voz da empresa ressaltou que o processo está “cheio de imprecisões e carece de mérito legal”.

“Nossas tecnologias de publicidade ajudam sites e aplicativos a financiar seu conteúdo e permitem que pequenas empresas alcancem clientes em todo o mundo. Há uma concorrência vigorosa na publicidade online.”

Leia Também

A forma como os anúncios são comprados e vendidos na internet é um processo complexo no qual o Google desempenha um papel descomunal como participante e gestor dos leilões que determinam as vendas.

A gigante de busca possui a ferramenta dominante em todos os elos da cadeia entre editores on-line e anunciantes, dando-lhe um poder único sobre a monetização do conteúdo digital. Também possui plataformas importantes para alcançar os consumidores, como o YouTube.

Como resultado, os rivais reclamaram que a gigante da tecnologia inclinou o mercado a seu favor, permitindo que ela ganhasse mais licitações e impedisse a concorrência. A reclamação alterada e seus detalhes não editados visam esclarecer como isso funciona na prática, diz o WSJ.

Acompanhado por mais de uma dúzia de estados, o processo alega que as práticas comerciais do Google inflacionam os custos de publicidade, que as marcas repassam aos consumidores em produtos com preços mais altos.

Também alega que o Google suprime a concorrência de bolsas rivais e limita as opções dos sites para entrega de anúncios, baseando-se na comparação interna da empresa com um banco que também possui a Bolsa de Valores de Nova York.

O The Wall Street Journal acrescenta que o processo é complementado por um caso antitruste separado do Departamento de Justiça dos EUA e mais de três dúzias de procuradores-gerais estaduais focados nos serviços de busca do Google. Os casos devem ser julgados em 2023 ou mais para frente.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TECNOLOGIA

Microsoft fala com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation

Avatar

Publicados

em

Por


source
Microsoft conversa com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation
Felipe Vinha

Microsoft conversa com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation

Após a Sony expressar preocupação com a série Call of Duty , Phil Spencer, diretor da linha Xbox na Microsoft, comentou em seu Twitter que conversou com representantes da empresa a respeito e disse que planeja manter COD como um game multiplataforma nos consoles PlayStation. Vale lembrar que a Microsoft anunciou a compra da Activision Blizzard, produtora da marca, há poucos dias.

“Tive boas conversas nesta semana com líderes da Sony. Confirmei nossa intenção de honrar todos os acordos existentes após a aquisição da Activision Blizzard e nosso desejo de manter Call of Duty no PlayStation. A Sony é uma parte importante do nosso setor e valorizamos nosso relacionamento”, disse Spencer.

A declaração foi bem recebida por fãs na rede social, que elogiaram a liderança do executivo na hora de tomar decisões importantes e em não incitar a guerra de consoles, ao elogiar a concorrência direta da Sony.

Leia Também

Sony demonstrou preocupação

Ao comentar pela primeira vez sobre a aquisição da Microsoft, representantes da Sony demonstraram preocupação especialmente com Call of Duty. “Esperamos que a Microsoft cumpra os acordos contratuais e continue a garantir que os jogos da Activision sejam multiplataforma”, disse a Sony ao The Wall Street Journal. Vale lembrar que Call of Duty já teve um acordo de “exclusividade” com o PlayStation para conteúdo extra, em 2015, durante cinco anos.

Call of Duty: Black Ops Cold War foi o segundo jogo mais jogado do PS5 ao longo de todo o ano de 2021, de acordo com a Sony, perdendo apenas para Fortnite , outro título multiplataforma. Call of Duty também ficou no topo dos jogos mais vendidos do ano nos Estados Unidos, nos últimos 12 meses.

Vale lembrar que a Microsoft pode ou não manter a exclusividade de alguns futuros jogos da Activision Blizzard, como fez com a Bethesda, que também comprou. O game Starfield , um dos mais aguardados de 2022, será exclusivo do Xbox por este motivo, por exemplo.

Microsoft conversa com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA