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Google anuncia backup unificado do Android; veja como funciona

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Celulares Android terão novidade
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Celulares Android terão novidade

Nesta quarta-feira (21), o Google anunciou o lançamento do Backup by Google One , uma atualização do serviço de backup Android já existente, que passa a acontecer por meio de uma sincronização com a nuvem.

Atualmente, os backups do Android cobrem dados de aplicativos , mensagens SMS, histórico de chamadas, contatos e preferências do dispositivo – incluindo redes Wi-Fi e senhas, papéis de parede, configurações de tela (brilho e hibernação), configurações de idioma e entrada e data/hora.

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Já o Backup do Google One é mais expansivo, além de ser unificado. Isso porque ele também pode fazer backup de fotos, vídeos e mensagens MMS com gerenciamento e controle diretamente nas configurações do Android, pelo aplicativo ou pelo site Google One . Essa abordagem unificada tem como objetivo remover qualquer distinção nos backups. 

Sistema de backup estará disponível para todas as contas Google

Apesar da marca Google One, esse sistema de backup estará disponível para todas as contas do Google, já que a empresa já disponibilizou a ferramenta de gerenciamento de armazenamento dentro do aplicativo Google One para todos, independentemente do status da assinatura. Os usuários ainda estão limitados a 15 GB de armazenamento gratuito em qualquer função Google.

O Backup do Google One será lançado em dispositivos com Android a partir da versão 8.0 “nas próximas semanas”, segundo a empresa, que fornecerá mais detalhes à medida que o sistema for amplamente lançado.

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Foguete soviético de 48 anos cai sobre o Pacífico

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Mapa da queda do foguete soviético
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Mapa da queda do foguete soviético

O corpo de um foguete descartado no espaço há 48 anos reentrou na atmosfera na noite da última sexta-feira (23), provavelmente sobre o Oceano Pacífico . O objeto era o segundo estágio do foguete soviético Kosmos-3M, que foi lançado em 26 de dezembro de 1973 a partir do Cosmódromo de Plesetsk. O foguete colocou em órbita o satélite DS-U2-GKA (ou Aureole-2), que tinha como objetivos investigar a atmosfera superior da Terra em latitudes elevadas e estudar a natureza das auroras polares.

As últimas previsões divulgadas horas antes da reentrada, previam que ela deveria ocorrer aproximadamente às 15:55 (horário de Brasília) sobre o Ártico. Entretanto, os últimos parâmetros orbitais calculados a partir de uma observação do objeto feita às 15h13 desta sexta, indicam que sua reentrada ocorreu pela noite, por volta das 19h10.

O Comando Estratégico dos Estados Unidos (USStratCom) normalmente divulga uma nota indicando o local de queda dos objetos mais perigosos. Eles controlam satélites capazes de identificar as assinaturas de calor produzidas pela reentrada de objetos em órbita. Mas nesse caso, como o SL-8 R/B não oferecia grande risco, não houve acompanhamento da USStratCom e eles não divulgaram, e provavelmente não divulgarão, essa nota. Com isso, a data e o local exatos da reentrada devem permanecer desconhecidos.

Reentrada não oferecia riscos

Quando lançado, o segundo estágio do Kosmos-3M tinha mais de 20 toneladas, mas depois de queimar e drenar seu combustível, ele ficou com “apenas” 1,4 toneladas de massa. É uma peça cilíndrica com 6 metros de comprimento e 2,4 metros de diâmetro.

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Entretanto, graças à enorme velocidade em que a reentrada ocorre, cerca de 28 mil km/h, a atmosfera terrestre funciona como um escudo, desintegrando quase que completamente o objeto. Durante o processo de reentrada, os gases atmosféricos são aquecidos e ionizados, gerando uma enorme bola de fogo que pode ser vista a centenas de quilômetros de distância. O calor é tão elevado que vaporiza completamente até 80% do objeto. O pouco que sobra, é fragmentado e freado pela resistência do ar, e chega à superfície praticamente inofensivo.

Apenas os componentes mais maciços resistem à passagem atmosférica. Geralmente a carcaça do motor e os tanques de pressurização tem essa capacidade. Apesar de não serem partes tão leves, o risco de que eles causem algum dano em solo é extremamente pequeno. Dois terços da superfície do planeta são cobertos por oceanos e as áreas continentais ainda contam com uma enorme quantidade de regiões pouco povoadas ou completamente desabitadas.

No caso dessa reentrada, aconteceu o que era mais provável: ela ocorreu sobre o Oceano Pacífico. E como foi num horário em que era dia por lá, muito dificilmente foi visto ou registrado por alguém.

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