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Facebook é acusado de forçar uso da rede social com internet grátis; entenda

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Facebook é acusado de forçar uso da rede social
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Facebook é acusado de forçar uso da rede social

Em 2020 o Facebook criou a iniciativa Discovery, para levar internet grátis para alguns países por meio de um aplicativo . Os usuários do programa podem acessar qualquer site, que são executados por meio de um servidor proxy, com formato reduzido, removendo o carregamento automático de algumas imagens e vídeos.

No entanto, um estudo sugere que o projeto favorece cliques no próprio Facebook e no Instagram . Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Irvine e da Universidade das Filipinas, estudaram como o serviço renderiza conteúdo de sites populares.

Basicamente, o projeto Discovery renderizou as duas redes sociais citadas com “seus recursos quase intactos, enquanto outros sites se tornaram corrompidos ou difíceis de usar”. “Tanto no Globe quanto no Smart [redes usadas para testar o Discover na internet], apareceram imagens no Facebook e Instagram, enquanto a maioria ou todas as imagens foram removidas de todos os outros sites que encontramos”, explicaram os pesquisadores.

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Facebook e o projeto de internet acessível

Além do Facebook e do Instagram , o site do governo filipino, o YouTube e o Yahoo funcionaram de forma completa. Já outros como Netflix , Roblox e Twitter foram considerados não funcionais.

O Facebook disse que o projeto está em testes, que não houve a intenção de privilegiar seus próprios sites e que isso pode ter ocorrido devido a uma falha do serviço de internet. “Como este relatório identificou, houve um erro de proxy no aplicativo Discover que resultou no carregamento de imagem inconsistente em muitos sites que carregam imagens envolvendo redirecionamento de HTTP”, disse a empresa.

Os críticos do projeto dizem que, ao favorecer sites específicos, o programa acaba forçando os usuários de países em desenvolvimento a utilizarem a plataforma. “Este foi um erro técnico que já foi resolvido e todos os sites estão sendo procurados como pretendido”, completou ainda a empresa.

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Aplicativo feminino de traição alcança 150 mil usuários no Brasil

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Aplicativo de traição bomba no Brasil
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Aplicativo de traição bomba no Brasil

Pensado por mulheres e feito também para elas, o app Gleeden é o primeiro site voltado para encontros entre pessoas casadas. Segundo a plataforma, a experiência é para quem “esteja procurando uma aventura extraconjugal perto de casa ou um amante a milhares de quilômetros para suas viagens.”

O app , chamado Gleeden, surgiu em 2009, na França, e já está presente em vários países, como Espanha, Itália, México e, recentemente, Brasil. De acordo com o site Universa, do UOL, a plataforma já reúne 7 milhões de perfis cadastrados pelo mundo e, dentre esses, 150 mil são de brasileiros.

O site promete segurança , liberdade e anonimato, tanto que a maioria das contas não possuem fotos – ou apenas partes do corpo – e os nomes, geralmente, são fakes. O app não aceita apenas pessoas casadas, bem como não apenas mulheres, no entanto, nas informações do perfil é obrigatório informar seu status de relacionamento e, no caso dos homens, é necessário comprar créditos para usar o serviço. Para mulheres, o app é totalmente gratuito.

Dentro do programa, as mulheres decidem tudo, inclusive, avaliam homens com like ou dislike. Existe também um tipo de “Botão de Pânico” ou “Saída de emergência”, que aciona o modo alerta e sai do app rapidamente, redirecionando a usuária ao Google .

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Por que elas traem?

De acordo com uma pesquisa feita pelo próprio site do Gleeden em março deste ano, 27% do público feminino aponta o sexo como principal impulso para entrar no aplicativo e 34% das usuárias responderam que trair os companheiros as deixa mais “felizes e vivas.” Mesmo o app tendo sido feito para mulheres, elas ainda ocupam uma pequena porcentagem de cadastros no site. Em entrevista a Universa, a psicóloga e sexóloga Sandra Vasques atrela isso ao machismo.

“A traição feminina é vista de um jeito diferente da masculina. Se um homem quando trai, falam: ‘Ah, é normal, é coisa do gênero, não conseguiu ser fiel’. Já a mulher quando trai ela é chamada de promíscua, dizem que ela não dá valor para a família, que ela é fraca”, explicou a especialista.

A psicóloga ainda acrescenta que “tanto um homem quanto uma mulher que traem podem ser mais felizes depois do ato. [Mas] se a pessoa está em dúvida ou tem medo, pode ser que não. A traição não é uma passagem nem para a felicidade nem para a infelicidade, vai depender dos valores e das escolhas de quem está traindo. Caso ter um relacionamento extraconjugal vai de encontro aos desejos dela, e aquilo não fere nenhum julgamento moral, a resposta é positiva”. Contudo, assumir um relacionamento e garantir fidelidade a uma pessoa é algo importante e que deve ser respeitado, bem como a vida emocional do parceiro.

“Se você fez um compromisso com a pessoa de que vai ser fiel, você assumiu uma responsabilidade que a princípio devia ser cumprida. Quando você se dá conta de que não quer mais ser monogâmico, acho que é legal tocar no assunto com seu parceiro”, orienta a sexóloga, que ressalta a opção de “abrir o relacionamento”. Muitos casais optam pelo relacionamento aberto para evitar conflitos vindos de traições, mas nem todos estão preparados para a experiência, que requer maturidade e consentimento entre o casal.

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