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Empresa de Felipe Neto lança 9block, plataforma de NFTs 100% brasileira
Bruno Ignacio

Empresa de Felipe Neto lança 9block, plataforma de NFTs 100% brasileira

A Play9, o estúdio de conteúdo do influencer Felipe Neto e do ex-diretor da Globo João Pedro Paes Leme, lançou nesta última quarta-feira (09) a primeira plataforma 100% brasileira de NFTs (tokens não fungíveis). Chamado 9block, o projeto é hospedado na rede blockchain da Hathor Labs e tem como o objetivo “democratizar a criação e comercialização de arte digital”.

Sem taxas para a criação de NFTs

“O modelo é considerado pioneiro no mundo dos NFTs por não ter taxa de criação da arte na blockchain”, afirmou a empresa em comunicado à imprensa. Junto com o lançamento da plataforma, a Play9 está disponibilizando aos poucos tokens exclusivos do Felipe Neto com preços a partir de R$ 100.

As vendas vão começar oficialmente no dia 27 de junho e os usuários da plataforma poderão utilizar diversos meios de pagamento: cartões de crédito, PayPal e criptomoedas como o bitcoin (BTC), ether (ETH) e litecoin (LTC).

“A Play9 se interessou por NFTs pela chance de gerar mais oportunidades aos criadores de conteúdo e artistas digitais especificamente. Esse vai ser o nosso foco inicial com o lançamento da 9Block. E o fato de termos na empresa um grande especialista em blockchain (Helbert Costa) nos fez ter a segurança de começar essa empreitada tech do jeito certo”, disse Paes Leme em comunicado.

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9Block quer democratizar arte digital

A 9block enfatiza que não cobra taxas por transações no blockchain, o que a torna mais acessível aos mais diversos públicos, permitindo que efetivamente qualquer um crie e comercialize um NFT.

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“Buscamos a democratização do acesso a esse novo mercado. Por isso, a ideia da 9block é justamente fazer uma ponte justa entre a criptografia e o usuário, conectando artistas e colecionadores. Dessa forma, invertemos a atual lógica de monetização de artes, em que a maior parte do valor a obra acaba sendo distribuída entre os intermediários. Na 9block vamos descomplicar esse relacionamento”, afirma Helbert Costa, CIO da Play9.

A plataforma realizará as emissões, validações e movimentações dos NFTs dentro da rede da Hathor, que foi criada em 2018 por brasileiros. O blockchain foi escolhido principalmente por sua capacidade de processar grandes volumes de transações a um baixo custo.

Costa também destaca que a rede foi escolhida para hospedar a nova plataforma de NFTs por ter um “DNA do Brasil” e oferecer a “agilidade necessária” para criar em tão pouco tempo o projeto. “São duas empresas brasileiras que se uniram para desenvolver um produto pioneiro, trazendo inovação para o nosso mercado”, explica Yan Martins, CEO da Hathor Labs.

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Aplicativo feminino de traição alcança 150 mil usuários no Brasil

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Aplicativo de traição bomba no Brasil
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Aplicativo de traição bomba no Brasil

Pensado por mulheres e feito também para elas, o app Gleeden é o primeiro site voltado para encontros entre pessoas casadas. Segundo a plataforma, a experiência é para quem “esteja procurando uma aventura extraconjugal perto de casa ou um amante a milhares de quilômetros para suas viagens.”

O app , chamado Gleeden, surgiu em 2009, na França, e já está presente em vários países, como Espanha, Itália, México e, recentemente, Brasil. De acordo com o site Universa, do UOL, a plataforma já reúne 7 milhões de perfis cadastrados pelo mundo e, dentre esses, 150 mil são de brasileiros.

O site promete segurança , liberdade e anonimato, tanto que a maioria das contas não possuem fotos – ou apenas partes do corpo – e os nomes, geralmente, são fakes. O app não aceita apenas pessoas casadas, bem como não apenas mulheres, no entanto, nas informações do perfil é obrigatório informar seu status de relacionamento e, no caso dos homens, é necessário comprar créditos para usar o serviço. Para mulheres, o app é totalmente gratuito.

Dentro do programa, as mulheres decidem tudo, inclusive, avaliam homens com like ou dislike. Existe também um tipo de “Botão de Pânico” ou “Saída de emergência”, que aciona o modo alerta e sai do app rapidamente, redirecionando a usuária ao Google .

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Por que elas traem?

De acordo com uma pesquisa feita pelo próprio site do Gleeden em março deste ano, 27% do público feminino aponta o sexo como principal impulso para entrar no aplicativo e 34% das usuárias responderam que trair os companheiros as deixa mais “felizes e vivas.” Mesmo o app tendo sido feito para mulheres, elas ainda ocupam uma pequena porcentagem de cadastros no site. Em entrevista a Universa, a psicóloga e sexóloga Sandra Vasques atrela isso ao machismo.

“A traição feminina é vista de um jeito diferente da masculina. Se um homem quando trai, falam: ‘Ah, é normal, é coisa do gênero, não conseguiu ser fiel’. Já a mulher quando trai ela é chamada de promíscua, dizem que ela não dá valor para a família, que ela é fraca”, explicou a especialista.

A psicóloga ainda acrescenta que “tanto um homem quanto uma mulher que traem podem ser mais felizes depois do ato. [Mas] se a pessoa está em dúvida ou tem medo, pode ser que não. A traição não é uma passagem nem para a felicidade nem para a infelicidade, vai depender dos valores e das escolhas de quem está traindo. Caso ter um relacionamento extraconjugal vai de encontro aos desejos dela, e aquilo não fere nenhum julgamento moral, a resposta é positiva”. Contudo, assumir um relacionamento e garantir fidelidade a uma pessoa é algo importante e que deve ser respeitado, bem como a vida emocional do parceiro.

“Se você fez um compromisso com a pessoa de que vai ser fiel, você assumiu uma responsabilidade que a princípio devia ser cumprida. Quando você se dá conta de que não quer mais ser monogâmico, acho que é legal tocar no assunto com seu parceiro”, orienta a sexóloga, que ressalta a opção de “abrir o relacionamento”. Muitos casais optam pelo relacionamento aberto para evitar conflitos vindos de traições, mas nem todos estão preparados para a experiência, que requer maturidade e consentimento entre o casal.

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