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Amazon pode ser multada em R$ 2 bilhões na UE por violar privacidade, diz jornal

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Amazon pode ser multada na Europa
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Amazon pode ser multada na Europa

Amazon pode ser multada em US$ 425 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões em conversão direta) na União Europeia (UE). A multa foi proposta por um órgão regulador de privacidade do bloco e faz parte de um processo que poderia resultar na maior penalidade de acordo com a lei de privacidade de dados local, disseram fontes ao Wall Street Journal.

A comissão de proteção de dados de Luxemburgo, a CNPD, divulgou um projeto de decisão sancionando as práticas de privacidade da Amazon e propondo a multa entre as outras 26 autoridades nacionais de proteção de dados do bloco, afirmaram as fontes.

O CNPD é o principal regulador de privacidade da Amazon na UE, porque a sede da empresa no bloco se encontra no país.

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O caso de Luxemburgo está relacionado a supostas violações do Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa, ou GDPR , vinculado à coleta e uso de dados pessoais de indivíduos pela Amazon, e não está relacionado ao seu negócio de computação em nuvem, Amazon Web Services , informou o jornal.

A fonte ouvida pelo Wall Street Journal se recusou a dar mais detalhes sobre as alegações específicas contra a Amazon .

Um porta-voz da gigante de tecnologia não quis comentar. A empresa afirmou anteriormente que a privacidade dos seus clientes é uma prioridade e cumpre a legislação em todos os países onde opera. Um porta-voz da CNPD disse que o regulador não tem permissão para comentar casos individuais.

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Aplicativo feminino de traição alcança 150 mil usuários no Brasil

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Aplicativo de traição bomba no Brasil
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Aplicativo de traição bomba no Brasil

Pensado por mulheres e feito também para elas, o app Gleeden é o primeiro site voltado para encontros entre pessoas casadas. Segundo a plataforma, a experiência é para quem “esteja procurando uma aventura extraconjugal perto de casa ou um amante a milhares de quilômetros para suas viagens.”

O app , chamado Gleeden, surgiu em 2009, na França, e já está presente em vários países, como Espanha, Itália, México e, recentemente, Brasil. De acordo com o site Universa, do UOL, a plataforma já reúne 7 milhões de perfis cadastrados pelo mundo e, dentre esses, 150 mil são de brasileiros.

O site promete segurança , liberdade e anonimato, tanto que a maioria das contas não possuem fotos – ou apenas partes do corpo – e os nomes, geralmente, são fakes. O app não aceita apenas pessoas casadas, bem como não apenas mulheres, no entanto, nas informações do perfil é obrigatório informar seu status de relacionamento e, no caso dos homens, é necessário comprar créditos para usar o serviço. Para mulheres, o app é totalmente gratuito.

Dentro do programa, as mulheres decidem tudo, inclusive, avaliam homens com like ou dislike. Existe também um tipo de “Botão de Pânico” ou “Saída de emergência”, que aciona o modo alerta e sai do app rapidamente, redirecionando a usuária ao Google .

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Por que elas traem?

De acordo com uma pesquisa feita pelo próprio site do Gleeden em março deste ano, 27% do público feminino aponta o sexo como principal impulso para entrar no aplicativo e 34% das usuárias responderam que trair os companheiros as deixa mais “felizes e vivas.” Mesmo o app tendo sido feito para mulheres, elas ainda ocupam uma pequena porcentagem de cadastros no site. Em entrevista a Universa, a psicóloga e sexóloga Sandra Vasques atrela isso ao machismo.

“A traição feminina é vista de um jeito diferente da masculina. Se um homem quando trai, falam: ‘Ah, é normal, é coisa do gênero, não conseguiu ser fiel’. Já a mulher quando trai ela é chamada de promíscua, dizem que ela não dá valor para a família, que ela é fraca”, explicou a especialista.

A psicóloga ainda acrescenta que “tanto um homem quanto uma mulher que traem podem ser mais felizes depois do ato. [Mas] se a pessoa está em dúvida ou tem medo, pode ser que não. A traição não é uma passagem nem para a felicidade nem para a infelicidade, vai depender dos valores e das escolhas de quem está traindo. Caso ter um relacionamento extraconjugal vai de encontro aos desejos dela, e aquilo não fere nenhum julgamento moral, a resposta é positiva”. Contudo, assumir um relacionamento e garantir fidelidade a uma pessoa é algo importante e que deve ser respeitado, bem como a vida emocional do parceiro.

“Se você fez um compromisso com a pessoa de que vai ser fiel, você assumiu uma responsabilidade que a princípio devia ser cumprida. Quando você se dá conta de que não quer mais ser monogâmico, acho que é legal tocar no assunto com seu parceiro”, orienta a sexóloga, que ressalta a opção de “abrir o relacionamento”. Muitos casais optam pelo relacionamento aberto para evitar conflitos vindos de traições, mas nem todos estão preparados para a experiência, que requer maturidade e consentimento entre o casal.

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