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Sábado (24): Mato Grosso registra 481.986 casos e 12.617 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste sábado (24.07), 481.986 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 12.617 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 707 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 481.986 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.875 estão em isolamento domiciliar e 456.929 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 403 internações em UTIs públicas e 319 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 73,41% para UTIs adulto e em 37% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (98.149), Rondonópolis (34.256), Várzea Grande (32.270), Sinop (23.249), Sorriso (16.879), Tangará da Serra (16.539), Lucas do Rio Verde (14.450), Primavera do Leste (12.598), Cáceres (10.493) e Barra do Garças (9.652).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

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O documento ainda aponta que um total de 373.911 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 655 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na sexta-feira (23.07), o Governo Federal confirmou o total de 19.632.443 casos da Covid-19 no Brasil e 548.340 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 19.523.711 casos da Covid-19 no Brasil e 547.016 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste sábado (24.07).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

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– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Procon Estadual faz alerta sobre “golpe do delivery”

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Com a pandemia de Covid-19, as entregas por delivery deixaram de ser esporádicas e se tornaram práticas comuns e diárias para muitos consumidores. A popularização do serviço também abriu brechas para oportunistas violarem direitos do consumidor e aplicarem o “golpe do delivery”, como vem sendo popularmente conhecido.

O golpe consiste em clonar o cartão do consumidor ou cobrar um valor maior do que o combinado, ocultando ou dificultando a visualização do valor para o cliente na tela das máquinas de cobrança. Em alguns casos, sobretudo à noite, o entregador se dispõe a iluminar a maquininha com o celular e acaba filmando ou tirando foto do momento em que o cliente digita a senha. Casos assim têm acontecido em São Paulo, de acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a ponto de o Procon-SP estudar medidas para proibir o pagamento na entrega.

Em Cuiabá, esses golpes têm uma característica diferente, segundo relatos de seis consumidores ouvidos pelo Procon Mato Grosso. O pedido é realizado pelo aplicativo de delivery, mas quando o entregador está se aproximando para a entrega, ela é dada como concluída, sem que seja de fato efetivada. 

O consumidor Giordano Tomaselli conta que pediu uma pizza pelo Uber Eats – em um estabelecimento em que é cliente assíduo – e não recebeu o produto. “Entrei em contato com o restaurante e me disseram que eu não tinha direito ao reembolso, pois o entregador me esperou por um tempo e eu não apareci. Mas isso não é verdade. Procurei o porteiro do meu prédio e ele disse que ninguém tentou fazer entrega para mim. Acabei perdendo R$ 60 reais”, relata Giordano.

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Renan Tokashiki teve três episódios com essa mesma situação. Na primeira vez, ele conseguiu o reembolso, mas na segunda precisou ficar na defensiva, pois o atendimento passou a desconfiar dele, e na terceira vez teve atendimento lento. “Abri reclamação diretamente com o iFood. O aplicativo enviou mensagem para o restaurante que ficou me indagando como se eu estivesse tentando passar a perna neles. Porém, como moro em apartamento, aleguei que posso mostrar as gravações e provar que ninguém tentou entregar nada para mim. Ganhei reembolso do iFood, mas continuei com fome”, conta ele sobre a segunda vez que isso aconteceu. Os outros quatro consumidores ouvidos pelo Procon-MT também enfrentaram situações semelhantes às relatadas por Giordano e Renan.

Este cenário se agravou no último ano. De julho de 2020 até julho deste ano, o Procon-MT registrou aumento de 13,38% nas reclamações sobre empresas intermediadoras de serviços de entrega. 

Entre os assuntos e problemas mais reclamados estão: serviços de entrega (25,46%); dificuldade de contato (13,28%); serviço de pagamento on-line (11,07%); cobrança por serviço não fornecido (9,59%); atraso na devolução de valor (9,96%); não entrega ou demora (8,49%); má qualidade no atendimento (7,38%); cobrança após cancelamento do serviço (4,43%).

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Os dados podem ser acessados pelo Painel Estatístico do Procon-MT. Veja o vídeo explicativo para entender como navegar no painel.

Saiba o que fazer

De acordo com os fiscais de defesa do consumidor do Procon-MT, Marcos Silva, André Badini e Jociane Moraes, caso ocorra algum problema com a entrega por delivery, o consumidor deve, em primeiro lugar, acionar o estabelecimento responsável direto pelo produto.

Em seguida, se o problema não for solucionado, o consumidor deve procurar pelo atendimento do aplicativo no qual foi feito o pedido, pois eles possuem uma responsabilidade solidária, de acordo com o Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC). 

Somente depois disso é recomendado registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil. É possível, também, registrar uma reclamação em uma unidade do Procon ou na plataforma de reclamação on-line Consumidor.gov.br

Os fiscais do Procon-MT alertam para outros cuidados que precisam ser tomados na hora de efetuar o pagamento com o cartão de crédito. Procure evitar que o entregador olhe para a senha enquanto ela está sendo digitada, sempre segurando a maquininha. À noite, não deixe que utilizem iluminação do celular, pois podem tirar fotos ou mesmo iniciar uma gravação em vídeo.

Fonte: GOV MT

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